primeira parte
As cinco perguntas ao 2.º Vigilante
01Sois Companheiro Maçom?
02Como posso reconhecer-vos como tal?
03O que significa a Palavra ZAOB?
04Como fostes conduzido em torno da Loja?
05O que simboliza este costume?
§ pergunta 01 · ao 2.º vigilante
o Venerável Mestre
Irmão 2.º Vigilante, sois Companheiro Maçom?
Eu sou, examinai-me.
§ pergunta 01 · eu sou, examinai-me
Eu sou
consciência
A condição alcançada, dita em primeira pessoa.
Examinai-me
humildade e responsabilidade
O Companheiro aceita demonstrar o que aprendeu.
Nas antigas oficinas, o reconhecimento estava ligado a conhecimentos, habilidades e sinais próprios do ofício.
§ pergunta 02 · ao 2.º vigilante
o Venerável Mestre
Como posso reconhecer-vos como tal?
Pelo Sinal, pela Palavra, pelo Toque e pela repetição das formalidades peculiares da minha Promoção.
§ pergunta 02 · os quatro sinais
Sinal
gesto e linguagem ritual
Palavra
conhecimento transmitido
Toque
reconhecimento fraternal
Promoção
experiência comum e efetivamente vivida
Os três primeiros preservam antigas formas de reconhecimento dos trabalhadores construtores.
§ pergunta 03 · ao 2.º vigilante
o Venerável Mestre
O que significa a Palavra ZAOB?
É o nome da outra Coluna no Átrio do Templo de Salomão, junto à qual os Companheiros recebiam o seu salário e significa: “O Senhor te fortalecerá”.
§ pergunta 03 · a outra coluna
J
grau de aprendiz
B
grau de companheiro · zaob
A Coluna junto à qual os Companheiros recebiam o seu salário, no Átrio do Templo de Salomão.
§ pergunta 03 · o que a palavra promete
“O Senhor te fortalecerá.”
a tradução da palavra zaob
perseverança
domínio de si
continuidade
do trabalho interior
No Rito Schröder as Colunas pertencem à instrução e à alegoria das Palavras dos Graus, e não ao inventário físico do Templo.
§ pergunta 04 · ao 2.º vigilante
o Venerável Mestre
Como fostes conduzido em torno da Loja?
De olhos abertos, unido aos Irmãos em Cadeia e ao som de música alegre.
§ pergunta 04 · as três marcas da viagem
de olhos abertos
Já recebeu a Luz. Agora deve observar, comparar, analisar e investigar.
em Cadeia
A Fraternidade soma forças sem apagar a individualidade de cada Irmão.
música alegre
Schröder incorpora música, flores e palavras encorajadoras ao Grau.
§ pergunta 04 · a cadeia
“Um só corpo, uma só vontade e um só espírito.”
a cadeia de união
Cada participante conserva sua personalidade e soma suas forças às dos demais. O Companheiro caminha com os Irmãos, não sozinho.
§ pergunta 05 · ao 2.º vigilante
o Venerável Mestre
O que simboliza este costume?
Amizade, Beleza e Verdade. A Amizade é venerada pelo coração sensível; a Beleza é homenageada pelos nobres sentidos e a Verdade é cultivada pelo espírito sereno, inquiridor e alegre.
§ pergunta 05 · o que cultiva cada uma
Amizade
venerada pelo
coração sensível
Beleza
homenageada pelos
nobres sentidos
Verdade
cultivada pelo
espírito sereno, inquiridor e alegre
As três faculdades, na ordem em que o ritual as nomeia — ritual do 2.º grau, p. 39.
§ pergunta 05 · a verdade se cultiva
“O que a Luz é para os olhos, assim é a Verdade para o Espírito.”
cartilha do rito schröder
O Companheiro não recebe uma conclusão pronta. Recebe uma direção de investigação.
§ as cinco perguntas · síntese do ir. alan
segunda parte
A Pedra Cúbica e as batidas do Companheiro:
uma batida lenta e duas rápidas
06Em que trabalham os Companheiros?
07Como batem os Companheiros?
08O que significam estas batidas?
§ antes das perguntas · quem foi Schröder
o homem de teatro
1744 — 1816
Ator, diretor teatral e dramaturgo, e uma personalidade importante da Maçonaria alemã.
o reformador
a ritualística de sua época
Procurou recuperar uma forma de trabalho mais próxima das tradições maçônicas antigas, aproximando o ritual do dos maçons ingleses.
O símbolo não é decoração ritual. É uma ferramenta para pensar.
§ pergunta 06 · ao 2.º vigilante
o Venerável Mestre
Em que trabalham os Companheiros?
Na Pedra Cúbica, símbolo da Perfeição, da Razão e do Coração.
§ pergunta 06 · quem é a pedra
o Aprendiz
pedra bruta
Trabalha sobre a pedra bruta e a entrega semiacabada.
o Companheiro
pedra cúbica
Encontra uma pedra já trabalhada e assume um estágio mais refinado de aperfeiçoamento.
O homem que já recebeu ferramentas e conhecimento suficientes para assumir maior responsabilidade sobre a própria construção.
§ pergunta 06 · as três palavras da resposta
Perfeição
Compreendida como aperfeiçoamento, e não como condição definitiva.
Razão
Estudar, pesquisar, observar. Não aceitar simplesmente aquilo que ouve.
Coração
Conhecimento sem humanidade pode produzir apenas orgulho.
§ pergunta 06 · o cubo como símbolo de equilíbrio
6
faces
12
arestas
8
vértices
Uma pedra irregular dificulta o assentamento. Uma pedra corretamente trabalhada integra-se à construção.
§ pergunta 06 · a obra perfeita
“A mais bela estátua está dentro do bloco de mármore na qual é esculpida. Tudo que o operário tem que fazer é desbastar o mármore que não faz parte da estátua.”samuel herbert jones · ritual do 2.º grau, p. 45
Não está no poder do Companheiro acrescentar coisa alguma à sua pedra. Tudo que ele tem a fazer é retirar asperezas e defeitos visíveis.
§ a pedra na construção
Qual é o meu lugar
na construção?
fora do catecismo
o Companheiro pergunta a si mesmo
Não basta perguntar quanto eu aprendi.
É necessário perguntar o que faço com aquilo que aprendi.
A Maçonaria não convida a construir indivíduos melhores para que permaneçam isolados. O objetivo é que homens melhores contribuam para uma sociedade melhor.
Essa é a diferença entre conhecimento e sabedoria.
§ pergunta 07 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
Irmão 1.º Vigilante! Como batem os Companheiros?
Com uma batida lenta e duas rápidas.
§ pergunta 07 · o ritmo da batida
§ pergunta 08 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
O que significam estas batidas?
A primeira simboliza a meditação calma no aprendizado e as duas rápidas simbolizam a diligência no trabalho.
§ pergunta 08 · a primeira batida
Pare
Pense
Observe
Compreenda
O aprendizado maçônico não é acumulação de informações. É preciso refletir, interiorizar e permitir que aquilo que aprendemos produza transformação.
§ pergunta 08 · as duas batidas rápidas
Primeiro pensar
Depois agir.
Primeiro compreender
Depois executar.
Primeiro estudar
Depois trabalhar.
§ a relação entre a pedra e as batidas
a Pedra Cúbica
o resultado do trabalho
Mostra o que estamos procurando construir.
as batidas
o ritmo desse trabalho
Ensinam como devemos trabalhar.
Pensar antes de agir e agir depois de pensar.
§ não confundir velocidade com pressa
três batidas iguais
uma lenta e duas rápidas
A diligência é ação consciente, cuidadosa e perseverante.
A precipitação é agir antes de compreender.
§ a pedra e o maço
força excessiva
pode destruir
força insuficiente
pode não produzir resultado
domínio sobre a força
não basta possuí-la
O mesmo vale para nossas palavras, nossas emoções e nossas ações. Uma palavra dita no momento errado pode ferir.
§ razão e coração
Razão
a batida lenta
para compreender
Coração
a pedra cúbica
para orientar
Diligência
as duas rápidas
para realizar
Todo esse conhecimento precisa permanecer submetido à fraternidade e à humanidade.
§ o Companheiro como construtor
cada vício superado
uma irregularidade removida
cada conhecimento adquirido
uma ferramenta incorporada
cada virtude praticada
uma face melhor acabada
cada erro reconhecido
uma oportunidade de corrigir a medida
§ uma pergunta para cada Irmão
Como está a minha
Pedra Cúbica?
está equilibrada? pronta para integrar-se à construção?
Estou meditando calmamente sobre aquilo que aprendo? E depois sou diligente no trabalho? Ou faço o contrário?
terceira parte
Companheiro Maçom:
Régua Graduada, Esquadro e Compasso
09Que significa a Régua Graduada?
10Que significa o Esquadro?
11O Compasso?
§ companheiro · quem partilha do mesmo pão
latim · com pão, os que partilham do mesmo pão
francês antigo
por influência popular · colega, companheiro
§ as ferramentas do grau
Ao contrário das do Grau de Aprendiz, as ferramentas do Companheiro são para pôr à prova.
É a característica que as torna adequadas para representar os modelos de moralidade, preocupação fundamental do Segundo Grau.
No Grau de Aprendiz a ferramenta se chama Régua de Vinte e Quatro Polegadas. A polegada é a 12.ª parte de um pé.
§ a medida variava de região para região
pé romano
pes
29,60 cm
pé inglês
foot
30,48 cm
pé francês
pied du roi
32,48 cm
Uma régua de 24 polegadas media 59,2 cm em Roma e 65,0 cm na França: quase seis centímetros de diferença no mesmo instrumento.
§ pergunta 09 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
Que significa a Régua Graduada?
A Régua Graduada nos indica a verdadeira grandeza das coisas e nos ensina que a Verdade só poderá ser alcançada pela pesquisa, ensaios e convicção próprios.
§ pergunta 09 · medir e traçar
régua
do francês règle
Regra, instrução, lei ou princípio a ser seguido.
medir e traçar
o que ela faz na pedra
Traça na pedra as adequações a serem realizadas.
Só o conhecimento da Verdade torna o homem livre de preconceitos.
§ pergunta 09 · a mudança de nome
1.º grau
Régua de Vinte e Quatro Polegadas, para dividir o tempo com sabedoria
2.º grau
Régua Graduada, indica a verdadeira grandeza das coisas
No Aprendiz, o número 24 representa as horas do dia. No Companheiro, o propósito muda com o nome.
§ pergunta 09 · o que a régua é para a maçonaria
A Régua Graduada tem mais caráter simbólico e filosófico do que matemático.
e é por isso que as polegadas variavam sem prejuízo do ensinamento
O Maçom deve pautar a vida segundo determinada medida, planejando-a e não se afastando daquilo que foi pensado.
§ pergunta 10 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
Que significa o Esquadro?
O Esquadro, pelo qual se constrói a obra, significa a Justiça severa em nosso comportamento e da qual não podemos desviar-nos sem tornar-nos passíveis de punição.
§ pergunta 10 · a ação sobre a matéria e sobre si
O Esquadro simboliza a Equidade, a Justiça, a Retidão de conduta e o exato cumprimento do dever.
Em um sentido, representa a ação do homem sobre a matéria. Em outro, a ação do homem sobre si mesmo.
“Só quem souber esquadrejar poderá transformar a Pedra Bruta em Angular devidamente desbastada.”
§ pergunta 10 · horizontal e vertical
no esquadro
Permite o assentamento das pedras. Estável, resistente, bela e harmoniosa.
no olho
O esquadro é instrumento imprescindível na construção.
§ pergunta 10 · a sabedoria do maçom
“Feliz aquele que guarda a sua dignidade moral e respeita a alheia, conservando sagrados os limites formados pela Justiça e pelo Direito.”
ritual do companheiro · rito de schröder
É esta a verdadeira Sabedoria da Maçonaria.
§ pergunta 11 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
O Compasso?
Determina os limites dos deveres que o Maçom meticuloso deve observar em relação a todo ser humano e, em especial, a um Irmão.
§ pergunta 11 · cum passare, com passo
O pensamento, o raciocínio, a sabedoria e os demais aspectos do intelecto.
Traçando círculos perfeitos, o seu significado está associado à busca pela perfeição. O círculo que ele traça delimita espaços e limites, e representa também a moderação e a prudência.
Do latim cumpassare: cum, com, mais passare, de passus, passo. Antigamente dar passos servia para algumas medidas, e o nome foi aplicado ao instrumento que também serve para medir distâncias em um mapa.
§ pergunta 11 · a abertura de noventa graus
No Rito Schröder o Compasso é aberto a 90° nos três Graus. Ele serve para estabelecer as medidas exatas e verificar a justeza das paralelas.
§ considerações finais · a busca da verdade
Nem sempre a nossa verdade
é a Verdade definitiva.
a régua busca, o compasso limita
A busca deve ser feita com Sabedoria e de forma moderada, respeitando-se os limites dos direitos dos outros.
§ considerações finais · a posição diz o grau
1.º Grau
o Esquadro sobre
o Compasso
2.º Grau
o Compasso entrelaçado
com o Esquadro
3.º Grau
o Compasso sobre
o Esquadro
A matéria representada pelo Esquadro, o espírito pelo Compasso. No Segundo Grau, os dois em equilíbrio.
quarta e última parte
O Nível, o Prumo, a Trolha e o que distingue
o Companheiro: as quatro perguntas finais
12O Nível?
13O Prumo?
14Para que serve a Trolha?
15Em que o Companheiro deve destacar-se do Aprendiz?
§ a chave · ler o original de 1816
ritual original · Hamburgo
revisão · Loja Absalom
tradução e edição · GOP
“Mantivemos intactas a pujança e a beleza da linguagem que, em sua plasticidade e forma, aponta para grandes poetas, os Irmãos Lessing, Herder e Goethe.”prefácio dos revisores · ritual do companheiro, p. 6
Um ritual que gaba a língua dos seus poetas convida a conferi-la. A licença está impressa na página seis.
§ pergunta 12 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
O Nível?
É o símbolo da origem da Igualdade entre os homens e indica que, em nossa Fraternidade, não podem existir pretensões de superioridade porque só é válido o mérito próprio.
§ pergunta 12 · a expressão em dois lugares
“É o símbolo da origem da Igualdade entre os homens e indica que, em nossa Fraternidade, não podem existir pretensões de superioridade porque só é válido o mérito próprio.”catecismo do companheiro, p. 40
No original: ursprüngliche Gleichheit, igualdade originária.
Na segunda viagem, a mesma expressão: “o símbolo da Igualdade original de todos os seres humanos” (p. 25).
A origem da Igualdade aponta para um começo. A Igualdade original é a que sempre existiu.
§ pergunta 12 · a palavra que muda
“…porque só é válido o mérito próprio.”catecismo do companheiro, p. 40
Essa mesma palavra, aqui traduzida como mérito, é traduzida como dignidade no ritual do Aprendiz.
“Nenhuma outra riqueza, senão os tesouros do espírito e do coração; nenhuma outra dignidade, senão aquela que o homem concede a si mesmo.”ritual do aprendiz, p. 51
§ pergunta 12 · a mesma palavra, seis vezes
“Aquilo que tem preço pode ser substituído por algo equivalente; aquilo que está acima de todo preço, e portanto não admite equivalente, tem dignidade.”kant · fundamentação da metafísica dos costumes, 1785
§ pergunta 13 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
O Prumo?
Indica o sentido reto de nosso julgamento, que não deve guiar-se por considerações alheias ao Direito e à Verdade.
§ pergunta 13 · toda medida vem de alguém
a régua
O pé e a polegada saíram do corpo de um rei. Alguém escolheu o tamanho.
o esquadro
Precisa de um canto onde encostar.
o compasso
Precisa de um ponto onde fincar e de uma abertura que alguém decide.
Todas medem a partir de uma escolha que veio antes delas.
§ pergunta 13 · o prumo acha sozinho
o mesmo centro
A régua alguém mediu. O esquadro alguém encostou. O compasso alguém abriu. O prumo você solta, e ele acha sozinho.
§ pergunta 13 · o prumo e a verdade
A Beleza do Maçom, no Rito, é o que se encontra procurando. O Prumo é o instrumento dessa procura.
§ pergunta 14 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
Para que serve a Trolha?
Para proteger a obra contra influências externas destruidoras e o coração contra o ímpeto da sensualidade e das paixões.
§ pergunta 14 · a ferramenta na mão
O catecismo troca o molde na sexta pergunta.
§ pergunta 14 · a ferramenta na mão
as métricas
régua · esquadro · compasso · nível · prumo
Cada um compara a obra com um padrão e ouve um sim ou um não. É o que mantém a parede no esquadro e no prumo.
a argamassa
trolha
Carrega argamassa, espalha, aperta na junta e alisa. O único que acrescenta material ao edifício, e termina o trabalho sem ter medido nada.
§ pergunta 14 · a ferramenta na mão
O martelo do Aprendiz desbasta a pedra que ele é.
irmão
O Companheiro recebe a ferramenta com que pedras se assentam umas nas outras.
§ pergunta 14 · o verbo do original
Para que serve a Trolha?
Para proteger a obra contra influências externas destruidoras e o coração contra o ímpeto da sensualidade e das paixões.
Proteger, no original, é o verbo de guardar sob custódia. O mesmo que se usa para o documento que se põe no cofre.
E o ímpeto das paixões, lá, é um assalto. A palavra é feita sobre Sturm, tempestade.
Uma tempestade bate na obra por fora. A outra se levanta dentro do peito. O catecismo pede a mesma guarda contra as duas.
§ pergunta 14 · um verbo, dois lados
o edifício
guardado contra o que vem de fora
o coração
guardado contra o que já está dentro
A argamassa guarda a casa da chuva que bate de fora e do peso que empurra de dentro: sem a junta, as pedras escorregam umas sobre as outras sob o próprio peso.
§ pergunta 15 · ao 1.º vigilante
o Venerável Mestre
Em que o Companheiro deve destacar-se do Aprendiz?
Na maior habilidade quando no exercício das virtudes maçônicas e por uma incessante procura pela perfeição.
§ pergunta 15 · a régua de comparação
1.º grau · catecismo, p. 59
2.º grau · catecismo, p. 40
Muda só a distância que o obreiro precisa vencer.
§ pergunta 15 · o que se cobra, e onde
p. 32 · o discurso do Mestre
“A formação do ser humano consiste no desenvolvimento consciente de suas capacidades.”
p. 40 · o catecismo
“Na maior habilidade quando no exercício das virtudes maçônicas.”
Capacidade é o que o Irmão traz. Habilidade é o que ele ganha usando. O catecismo cobra a segunda.
§ pergunta 15 · o verso de Goethe
Wer immer strebend sich bemüht, den können wir erlösen.
Goethe · Fausto, Segunda Parte, Ato V
“O ser humano jamais pode presumir que alcançou a meta final da perfeição neste mundo imperfeito; procurar, procurar consciente e continuadamente para alcançá-la, esta é a sua determinação terrena.”ritual do companheiro, p. 21
“Incessante” soa como agitação sem pausa. O que o ritual pede é disciplina: acordar amanhã e voltar ao mesmo trabalho.
§ pergunta 15 · a palavra que atravessa
Nas cinco vezes a palavra é a meta do trabalho do obreiro sobre si mesmo.